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A Saúde Intestinal Previne Doenças

RV Ímola 25/05/2017
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O ritmo com que flui a sua digestão diz muito sobre o andamento de sua saúde. Responsável por selecionar os nutrientes que constroem novos tecidos para o corpo, o sistema digestivo transforma os alimentos em moléculas que serão absorvidas pelas nossas células. Ou seja, a saúde digestiva tem consequência direta em todo o organismo. Se não houver a absorção correta dos nutrientes, nosso corpo ficará seriamente comprometido, e, por esse motivo, qualquer anormalidade em nossa digestão é sinal de alerta.

 

O papel da Flora Intestinal

Ao longo do processo digestivo, bactérias “do bem” – a chamada “Flora Intestinal” – auxiliam a quebra das moléculas, facilitando a sua absorção pelo corpo, e ainda agem como antibióticos naturais, combatendo os micro-organismos maléficos. Alimentos probióticos, como iogurte, banana, soja, cereais germinados e integrais, são excelentes fontes dessas bactérias do bem. Também são fonte de energia para esses micro-organismos os alimentos ricos fibras, frutas, verduras, legumes e leguminosas.

Por outro lado, a multiplicação das bactérias ruins – ou patogênicas – no sistema digestivo diminui a imunidade do organismo. Isso porque elas aumentam a nossa resposta inflamatória, o que contribui para o desenvolvimento das doenças. Quando ingerimos açúcares, carboidratos ou proteínas em excesso, e o corpo não consegue digeri-los completamente, estes servirão de alimento para esses micro-organismos, que se proliferam.

 

Prisão de ventre é sinal de alerta

Quando há um predomínio de bactérias patogênicas no intestino, acontece a chamada de disbiose, que prejudica a absorção de vitaminas – aumentando, em contrapartida, a absorção de gorduras –, destrói a mucosa intestinal e deixa o organismo mais vulnerável a doenças.

A constipação, ou prisão de ventre, é um dos sintomas da disbiose. Outros sintomas característicos são excesso de gases, desconforto abdominal. Não há remédios para o seu tratamento, que deve ser por meio de alimentação balanceada, de preferência, com auxílio de nutricionista.

Entre as recomendações estão evitar o consumo de bebidas alcoólicas, a automedicação e o consumo indiscriminado de medicamentos; ingerir alimentos ricos em fibras e bastante líquido.

 

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