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Vacinas antigripais: como funcionam?

RV Ímola 13/04/2017
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Com a queda de temperatura nesta época do ano, e, com ela, o aumento das doenças respiratórias, começa também a temporada de corrida pelas vacinas antigripais nos postos de saúde e clínicas particulares. Válidas por um ano (ou seja, é inútil tomar duas doses antes deste período), as vacinas são constituídas de três cepas (vírus fragmentados ou mortos), que se modificam ano a ano de acordo com a orientação da OMS. Nela também entram antibióticos, tais como a neomicina e a polimixina, e o timerosal como conservante.

Para isso, a entidade usa como base os vírus de maior circulação no hemisfério norte no ano anterior. Em 2017, as vacinas contra a gripe serão constituídas pelas cepas H1N1, H3N2 e Influenza B.

Poucos grupos são contraindicados à aplicação das doses. Eles são: bebês com menos de seis meses, pessoas com febre, e alérgicos à proteínas dos ovos. Aqueles que estiverem fazendo tratamento com antibiótico devem consultar o médico antes de receber as vacinas.

Por outro lado, são prioritários os portadores de doenças pulmonares, HIV positivos, pacientes submetidos a transplantes; grávidas e pessoas com mais de 60 anos.

O prazo para o efeito da imunidade é de 2 a 3 semanas. Alguns pacientes podem sentir dores na região da picada ou febre ao longo das 12 horas após a aplicação.

 

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