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Cadeia fria e os desafios para a indústria farmacêutica

RV Ímola 01/10/2019
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Cadeia fria, também chamada de Cold Chain, é o nome dado ao processo que garante que os medicamentos serão mantidos em temperatura controlada, evitando que eles sofram possíveis danos ou percam sua eficácia no tratamento de doenças.

No ramo da logística hospitalar e da logística farmacêutica, o sistema de cadeia fria segue as diretrizes do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. O objetivo é sempre zelar pela qualidade dos remédios, impedindo que estes produtos percam suas propriedades físico-químicas durante as etapas de transporte, manuseio e distribuição.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, cerca de 50% das vacinas produzidas em diferentes partes do mundo não são aproveitadas em virtude de falhas tanto no processo de armazenagem refrigerada como no transporte refrigerado.

Nesse sentido, a correta armazenagem de insumos hospitalares é o que vai assegurar que estes produtos não sofram interferência das altas temperaturas, especialmente durante as estações mais quentes do ano. Mesmo os remédios que podem ser mantidos em temperatura ambiente precisam ser armazenados de acordo com as normas da Anvisa para que suas funções terapêuticas sejam mantidas.

Faixas de temperatura da cadeia fria

O sistema de armazenagem climatizada da cadeia fria envolve diferentes locais de estocagem (refrigeradores, containers, estufas, salas climatizadas, armazéns e depósitos), além de diferentes métodos de transporte refrigerado. As principais faixas de temperatura para cadeia fria são:

  • Frio: qualquer temperatura que não exceda a 8°C
  • Refrigerado: qualquer temperatura entre 8°C e 15°C.
  • Congelado: neste local, a temperatura é mantida entre -20°C e -10°C.

Desafios da cadeia fria no Brasil

O Brasil possui ampla extensão territorial e geográfica. Dependendo da região do país e da época do ano, o clima é extremamente quente e prejudicial para a conservação dos insumos hospitalares e farmacêuticos.

Quanto maior a distância para a entrega de determinado medicamento, maior o risco de perder o produto devido à falta de cuidados com a armazenagem climatizada.

Por este motivo, empresas de logística precisam estar cada vez mais atentas aos desafios relacionados aos sistemas de cadeia fria. O investimento em tecnologia, como no caso do controle de temperatura (SensorWeb), e o cuidado no gerenciamento de riscos é o que vai garantir diferencial competitivo às empresas e benefícios aos seus clientes do setor público ou privado.

Muito mais do que isso, a eficiência do processo da logística hospitalar gera ganhos para o setor da saúde como um todo, favorecendo desde os fabricantes de medicamentos até hospitais e pacientes.

Boas práticas a serem seguidas

Como já foi explicado, o uso correto da cadeia fria influencia diretamente na qualidade dos fármacos oferecidos à população por meio da indústria farmacêutica e dos hospitais.

O sistema de transporte refrigerado a ser utilizado na logística de medicamentos deve ser decidido de acordo com a natureza do produto, tamanho do carregamento, distância a ser percorrida e tempo de exposição a condições adversas.

É necessário, por exemplo, que ocorram registros contínuos de temperatura da cadeia de transporte para comprovar que os produtos foram mantidos dentro de condições ideais de armazenamento. Esses registros devem conter dados como nome, número do lote, hora e data do envio etc.

A RV Ímola, uma empresa especializada em Logística e Gestão Hospitalar, investe no que há de mais moderno para o transporte de medicamentos para atender às expectativas do mercado e às determinações do Ministério da Saúde.

Além de frotas diferenciadas e equipadas para diferentes tipos de necessidades em soluções de logística, a empresa também oferece treinamentos constantes para o seu time e produtos inovadores, como o Sistema de Gestão Logística (CLIF).

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