Como o consumo de medicamentos influencia as estratégias mercadológicas da indústria farmacêutica. - RV ÍMOLA

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Como o consumo de medicamentos influencia as estratégias mercadológicas da indústria farmacêutica.

RV Ímola 06/09/2022
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A relação médico e paciente sempre foi pautada em confiança, mas vem se transformando ao longo dos séculos.

Se antes existiam os famosos boticários, hoje a tecnologia e o avanço na ciência fizeram a indústria farmacêutica ganhar um impacto e tamanho sem iguais. 

Dessa forma, o lugar que os medicamentos passaram a ocupar na prática médica mudou também, especialmente após a Segunda Guerra Mundial. Com a força do capitalismo da época, fármacos obtiveram escala de produção tão grande que começaram a ser vistos como mercadorias que precisavam ter cada vez maior quantidade e qualidade.

Como o consumo de medicamentos influencia as estratégias mercadológicas da indústria farmacêutica.

Como o consumo de medicamentos influencia as estratégias mercadológicas da indústria farmacêutica.

 

Isso fez o mercado farmacêutico se estruturar em busca de avanços tecnológicos que o ajudassem a encontrar esse objetivo, mas também aprimorar procedimentos que otimizam o processo como um todo – desde a fabricação até a chegada ao consumidor final. 

 

Como isso afetou as estratégias mercadológicas?

Devido a essas mudanças, a gestão comercial de hospitais e de medicamentos precisou se preocupar com outras esferas dessa relação além do médico e paciente. Agora, a publicidade e estratégias de vendas se tornaram parte integrante dessa cadeia que ajuda o consumidor final a ter mais confiança na eficácia do fármaco. 

 

Portanto, equipes de vendas de todo o mundo foram criadas para construir uma relação com médicos para apresentá-los e ensiná-los sobre as novidades do mercado ao mesmo tempo que a divulgação de medicamentos para pacientes passou a fazer parte da publicidade e meios de comunicação, sempre com o controle devido pelos governos de cada país. 

 

E o resto da cadeia farmacêutica?

Além da relação pessoal ter sido modificada, muito do processo também foi crescendo ao longo dos anos. A gestão hospitalar foi se tornando mais embasada em dados; a armazenagem de medicamentos obteve novas ferramentas que ajudassem na conservação dos produtos; e as estratégias para transportadoras de medicamentos foram ficando mais robustas.

 

Nosso trabalho na RV Ímola é um ótimo exemplo disso, pois sabemos bem como o consumo e a relação com medicamentos mudou e todo nosso investimento em novas tecnologias, seja no sistema CLIF de gestão de estoque ou no Logimat para armazenagem horizontal, foi feito exatamente para acompanhar o processo e torná-lo cada vez mais eficiente conforme a indústria farmacêutica evolui.

 

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Por Rui Freitas

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