Descarte de medicamentos: você sabe como fazê-lo corretamente? - RV ÍMOLA

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Descarte de medicamentos: você sabe como fazê-lo corretamente?

RV Ímola 27/07/2023
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Devemos nos dedicar a encontrar formas de descartar corretamente os medicamentos

Quando falamos de transporte e armazenamento de medicamentos, todos já sabemos como é importante tomar cuidado com o processo para manter as propriedades e qualidade dos produtos durante todo o ciclo de produção, afinal, não é à toa que a RV Ímola investe em tecnologia para assegurar precisão nos mínimos detalhes. 

 

No entanto, pouco se fala em como devemos nos dedicar a encontrar formas de descartar corretamente esses medicamentos, seja quando passam da validade ou simplesmente acabam na casa do paciente. 

 

Da mesma forma que os fármacos são delicados e exigem cuidados extremos de índices como calor, ventilação e umidade, eles podem ser tóxicos quando descartados em lixo comum e levando a danos preocupantes no meio ambiente e de saúde. 

 

Por isso, o jeito correto de se fazer isso é realizando o descarte consciente em farmácias, drogarias ou unidades de saúde que, em geral, tem um depósito especial para esse tipo de lixo. Tanto restos de medicamentos quanto as próprias cartelas (afinal sempre há resquícios químicos) precisam ter essa forma mais adequada de continuar seu processo e, assim, garantir o menor impacto no meio ambiente possível. 

 

Não só isso, como cerca de 28% dos casos de intoxicações no Brasil são por medicamentos, tanto devido ao uso indevido em casa quanto ao manejo desses resíduos sem proteção por catadores de lixo, por exemplo – o que é mais um motivo para assegurarmos esse descarte bem feito. 

 

As farmácias costumam registrar os dados no Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos para, assim, os medicamentos serem levados para empresas de distribuição fazerem a logística reversa até locais licenciados com a ajuda de incineradores, coprocessadores e/ou aterros especiais. 

 

Dessa forma, é possível evitar a contaminação do solo ou até de recursos hídricos, construindo uma cadeia produtiva ainda mais saudável e sustentável a longo prazo para nós, empresas e o planeta.

Por Maria Tenório.

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